Quinta-feira, Julho 13, 2006
!
Sexta-feira, Junho 09, 2006
.
Terça-feira, Maio 23, 2006
Agallu

deja que te hable desde el alma amigo
sientate a mi lado
tomemos asiento junto al rio de mi anoranza
quitemonos las mascaras
toma mis manos entre las tuyas
deja que esta mente mia repose en tus pensamientos
mirame a los ojos
hablame del amor inocente y puro
de ese amor eterno
ese amor que no conoce el olor del deseo
ese amor que nunca fue
vicio y carne dos sabanas arrugadas
un te quiero justificando un insulso orgasmo
É assim zidia connor, agallu... quem for.
E foi no que resultou uma busca acerca do "blade runner".
E depois, uma visita dela ao extinto "barfly".
E depois um convite para o "Palavras".
E depois uma amizade.
Fala-nos do que não vemos, de pessoas - sacos de merda e de urina.
Fala-nos dos deprotegidos das economias.
Fala-nos dos suicidários ilegais que não existem porque não têm número.
Fala-nos da loucura claustrofóbica de mulheres sós que repetem o mesmo movimento, balbuciam as mesmas palavras, enquanto esperam que lhes mudem a fralda e se entretêm a fazer bolitas de merda.
E fala-nos de amor.
Fala-nos de altruísmo.
Fala-nos de unicórnios e fadas.
Fala-nos de si também, um pouco, às vezes pelo olhar de uma criança do Norte deste país e desterrada em La Haya.
Fala-nos de saudade, embora não a queira.
Fala-nos em castelhano pois foi a língua que a aceitou.
Está no "Karmabundi" (descubram-lhe o significado), no "As Palavras Por Dentro", no "Autópsia da Decadência", no "Paralelas Divergentes"... e está em muitos mais lados.
Descubram-lhe os nomes e os locais.
E leiam. Depois, olhem-se ao espelho. E no fim, enviem-lhe os vossos agradecimentos.
Quarta-feira, Maio 17, 2006
Jigoku
Existe nele aquela coisa própria nos olhos que vêm o mundo pelo prisma da ansiedade, do desencanto, da lente crítica e desfigurante de qualquer boa intenção que pudesse permanecer ainda como resquício de uma quase desaparecida fragilidade humana - e no entanto batalha sempre e sempre pelo lugar humano dele próprio e da própria humanidade.
Pessoalmente, não compreendo nada do que escrevi agora mesmo. Mas é isso mesmo que penso do jigoku.
Anda por ali, algures entre Borges, Orwell e Radiohead, entre a religião e a Anarquia... perdoa-me, jigoku, mas pareces-me o meu puto. Não por que me pareças imberbe, nada disso, pareces-me tudo menos isso.
Apenas porque vês as coisas, como o meu puto, com " olhos de peixe"... não, também não sei o que quero dizer com isso... exactamente.
Pois falava eu do homem que "não tinha tempo para estas coisas e já vai no..., quê? terceiro ou quinto belogue?
Vale a pena visitar.
Leiam.
Pessoalmente, não compreendo nada do que escrevi agora mesmo. Mas é isso mesmo que penso do jigoku.
Anda por ali, algures entre Borges, Orwell e Radiohead, entre a religião e a Anarquia... perdoa-me, jigoku, mas pareces-me o meu puto. Não por que me pareças imberbe, nada disso, pareces-me tudo menos isso.
Apenas porque vês as coisas, como o meu puto, com " olhos de peixe"... não, também não sei o que quero dizer com isso... exactamente.
Pois falava eu do homem que "não tinha tempo para estas coisas e já vai no..., quê? terceiro ou quinto belogue?
Vale a pena visitar.
Leiam.
[P.S. e depois disto, já há novidades... procurem.]
Terça-feira, Maio 16, 2006
LiaC
O forum do SAPO foi um manacial de "colheita" para o (entretanto parado) forum "As Palavras Por Dentro".Creio que a primeira pessoa a ser contactada por mim terá sido a LiaC.
Para quem a não conheça ainda, poderá fazê-lo através de diversos locais e em todos eles encontrará denominadores comuns: o imaginário infantil de contos de fadas e dias soalheiros em que brinca em fotografias tons de sépia, a mãe que embala o berço e que, nesse momento, se desliga da própria vida entregando-se aos pequenos seres que gerou, a mulher activa e informada que discute os assuntos sob um prisma muito, muito pessoal; mas em todos eles o encanto próprio de quem tem muito para dar, muitos sonhos a distribuir.
Foi isso que LiaC fez na sua curta passagem pela belogolândia: distribuiu sonhos.
Onde para Lia? Não sei.
Quem é Lia? Também não.
O que é Lia? Uma coisa que vem, vai... e esperemos que volte.
Um beijo, LiaC.
Até sempre.


